Posts em ‘Converse People’

dez 09

Shook us all night long – uma jornada para ver AC/DC

ACDC Buenos Aires_0041

Pouco ou nada falamos do show do AC/DC aqui no Conversation. Acontece que o show da banda que me influenciou durante toda minha adolescência precisava ser registrado in loco. Porém, todas as tentativas de conseguir ingresso para São Paulo não deram certo, e passei uma semana depressiva, sabendo que tinha perdido o maior show do ano…

Mas como tenho família e contatos em Buenos Aires, tentei ver o que conseguia pelas terras hermanas. Feito: um “convite” para o último dos três shows na capital argentina, feito pela companhia que cuida do transporte de equipamentos da banda. Isso era quarta-feira, na sexta já estava embarcando no ônibus rumo à Argentina.

Foram 18 horas de viagem pela estrada para o inferno, junto com um bando de malucos que encarou a mesma viagem pelo mesmo motivo: rock. Chegando em Buenos Aires, recebi o meu “ingresso”:

acdc

Isso mesmo, eu não só iria ver o show, como entraria pela porta dos fundos. E para começar, que tal acompanhar a passagem de som? Como entre o segundo e terceiro show teve a eleição do novo presidente do River Plate, clube cujo estádio rolaram os shows, tudo teve que ser desmontado e remontado em tempo recorde para as votações. Quando cheguei, estavam erguendo o Hell’s Bell enquanto os roadies passavam o som. A partir dali, não lavei mais meus olhos. Mas claro, tudo tem um preço, e uma credencial de backstage também. Por ser uma credencial de trabalho, eu estava oficialmente trabalhando no show.

Me entragaram uma “lanterna de testa” e uma escoba. Minha tarefa era simples: varrer os containers dos equipamentos. Não parece nada difícil, mas limpar 22 containers, um total de 660 m2 (quase 666 :-D ) deixa qualquer um quebrado. Saí do estádio todo moído do serviço, mas ei, it’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll.

O dia seguinte, o grande dia. 70 mil pessoas foram ao estádio do River para ver o maior show. Os decibéis do palco foram reduzidos por reclamações de vizinhos. Minha irmã disse: “ah, mas as músicas deles são todas iguais“. E eu: “E isso que é o mais legal: com músicas iguais eles estão na estrada há quase 40 anos, lotando shows“. Sério, AC/DC celebra basicamente a mulheres e ao rock ‘n’ roll. E precisa mais? Assim como os Ramones, o AC/DC mostra que antes de técnica, vem a diversão. E alimentando o trem do rock ‘n’ roll, Angus Young e Brian Johnson invadem o palco, e os fãs vão à loucura. Só consegui fôlego para tirar fotos depois  de Thunderstruck, pois ninguém desacelerou no palco:

Ao final do show, com fogos de artifícios e tiros de canhões saudando àqueles que vieram para celebrar o rock, as pessoas em volta eram pura alegria, ainda atônitas com a experiência do trem do rock ‘n’ roll. “Eu ainda não acredito no que vi”, “eu vi o melhor show do mundo, agora posso morrer ou ficar cego” era o que as pessoas falavam. Com toda a energia do hard rock, Brian Johnson, Angus Young, Malcom Young, Cliff Williams e Phil Rudd  formam um grupo que está ficando raro hoje em dia: as bandas de estádio, capazes de levar exércitos de fãs para seus shows com um simples estalar de dedos.

Ao fim, foi extremamente cansativo, mas muito bom. Não pude conhecê-los pessoalmente, mas mais que assistir, pude contribuir para que AC/DC fizesse a noite de 70 mil pessoas mais felizes. E feliz por ver uma das minhas bandas favoritas, nem liguei para as 22 horas de volta pela estrada para o inferno.

por Thiago Ferronatto e Conversation Team

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mai 15

Liam Gallagher é Converse People

Acompanhar uma banda de rock definitivamente não é a pior das idéias. Pelo contrário, você se sente fazendo parte da coisa, toda aquela movimentação, tal. Quando saí em viagem para o Rio, uma semana atrás, em parceria com a Converse, imaginei que seria algo mágico, mas não tão surreal. Grandes concertos em Rio, São Paulo, Curitiba. Mas a coisa pegou mesmo e foi fechada com “chave de ouro” pela gauchada. O show do Oasis no Gigantinho foi o mais “atmosférico”, digamos. Galera empolgada, a banda em sintonia. Vibe fora do comum. Uma celebração ao rock’n’roll, mesmo!

Mas quero reservar este relato para falar de… Converse. O Liam Gallagher, aquele, você conhece bem. Marrento, estrela, invocado. NOT! Liam, sabe-se lá porque, anda muito sociável. E bota sociável nisso. Esbarrei com o cara diversas vezes e ele, olha só, já me cumprimentava pelo nome.

Liam Gallagher e Allison Guimarães, nosso correspondente: a metade de cima...

Dada esta proximidade, resolvi então, num momento oportuno, botar lado a lado meu Converse surrado por quatro shows e o sapato piada dele, de oncinha. “It’s a proper rock!”, ele não cansava de dizer. Certa hora, quando conversava com ele informalmente, relatei que estava me divertindo e a trabalho nos quatro shows da banda graças à parceria do meu site – Oasis News – com a Converse. Ali ele já mandou um “Grande ideia. Bela marca, rock!”.

Foi então que fiz a tal foto que ilustra esse post. Liam, do nada, começou a falar sobre Converse. “Cara, quando eu era moleque, eu usava muito Converse. É um tênis que faz você destoar dos demais. Uma puta marca, que vai bem além do visual. É tipo o rock’n’roll, é uma coisa ligada a alma e só quem faz parte disso sabe explicar”, disse, batendo no peito.

... e a metade de baixo

Daí perguntei se ele ainda costumava usar Converse, e ele foi respondendo logo. “Não, brother. Hoje em dia eu meio que uso minhas próprias coisas, tipo isso aqui. Ando com ele 99% do tempo”, apontando pro sapato que ele não quis dizer a marca, mas informou apenas ser “como algo de 1964, da década do rock”.

Finalizando o papo, pedi pra ele deixar um recado pra quem faz da Converse um pedaço de si e ele mandou um “continuem nessa linha. A Converse é cool. Uma parada diferente feita para pessoas diferentes. E não abandonem o rock. O rock é feito por pessoas que se vestem bem, com tênis maravilhosos, tipo esse”.

Taí o recado do Liam, mais um rockstar fã de Converse!

Allison Guimarães e Conversation Team

 

mai 09

CONVERSE PEOPLE > Lucky Lucy e Converse para todos os gostos

Mariana Vilela e seus Converses personalizados e cheios de estilo

Converse não se trata apenas de tênis, mas de personalidade. Cada um tem o seu estilo próprio e único, e muitos exteriorizam seu estilo pela forma de se vestir. A sessão Converse People apresenta a paulista Mariana Vilela, estudante de design e fã de Converse, que começou rabiscando seu Chucks velho e hoje customiza os pisantes ao estilo do freguês, tendo até sua marca, a Lucky Lucy. Ela conta ao Conversation como começou a desenhar em Converse, os cuidados, seu processo, e claro, seus belos Chucks customizados. Confiram a entrevista:

Como bateu a vontade de rabiscar o tênis?
Eu nem sei bem como inventei isso, acho que era muito daquela coisa de querer algo diferente que você não consegue achar em lugar nenhum, sabe? Sempre gostei de All Star e sempre gostei de desenhar. Era das poucas na escola que não fazia parte daquela mania de usar tênis caríssimos, projetados para corrida, no dia-a-dia,pra ir pra aula e passear no shopping. Isso sempre foi esquisito pra mim, e eu ficava feliz com o velho All Star. Além do mais, sempre tive dificuldade em comprar tênis, nada me agradava… ou era pela cor, ou eram grandes demais pras minhas pernas magrelas, ou caros demais, ou machucavam… enfim, era bem chato. All Star não tinha essas chatices, eu já até sabia o número que servia sem provar e ainda podia ter um de cada cor se quisesse. Nunca tive uma coleção deles como queria, mas um dia eu chego lá, agora com eles customizados, haha.

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Um dia na aula, tava entediada, com o tênis branco já velho e um marcador na mão. O fato dele já estar quase podre me encorajou a rabiscá-lo. A gente sempre tem medo de inventar essas coisas e perder o tênis todo, né? O resultado ficou horrível e eu aposentei o tênis logo em seguida. Mas a idéia ficou na cabeça. Até que demorei um certo tempo até colocar realmente em prática, num tênis pra minha irmã. Aí fiz um pra mim e saquei que, assim como eu, outras pessoas também gostariam de ter os seus tênis feitos exclusivamente pra elas, com a cara delas. Então fui tirando outras idéias do papel, em calçados com números aleatórios. Isso pra poder mostrar o que eu podia fazer. Ninguém se arrisca a encomendar um sem ver seu trabalho antes. Essa história de fazer mostruário me deixou com dois pares estocados em casa até hoje (isso que dá fazer sem saber qual a numeração masculina mais comum, haha). Mas em resumo, foi o esquema de se virar com o que você sabe fazer, primeiro pra você mesmo… Depois percebendo que, assim como eu, mais gente também deveria estar interessada em coisas exclusivas, customizadas como elas querem e tal…

Qual é o grande atrativo na customização?
Acho que o atrativo de um acessório customizado não é apenas a exclusividade, mas o fato de ser único, porque isso pode fazer da peça um pouco cara demais e as pessoas “nem fazem tanta questão assim”, mas principalmente o fato de poder ter algo que você não acha em loja nenhuma. Ultimamente várias marcas têm feito modelos coloridos, com detalhes mais interessantes, mas não tem o desenho do meu gato de estimação ou sei-lá-o-que… E as pessoas têm a necessidade de mostrar quem são e o que querem através do modo como se vestem, mesmo que inconscientemente.
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Como é o seu processo criativo? Como você se inspira, se há um esboço, ou já parte pra cima do tênis, quanto tempo você leva trabalhando nele…
Eu vivo cheia de idéias, mas não tenho as colocado nos tênis sem ter pra quem vender depois, pois vira estoque e eu ainda não posso fazer esse tipo de investimento esperando um possível retorno, sabe-se lá quando. As vezes faço uns no meu número (que é do mais comum feminino) e se não saem, sei que posso pelo menos ficar com ele pra mim. Mas ainda sim é um investimento próprio que eu evito por enquanto.

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Quanto ao desenho, eu posso reproduzir algum dos que já fiz, que posto no Flickr, ou montar uma composição a partir de elementos e cores que a pessoa queira. Quando a pessoa se interessa por um modelo personalizado, busco entender o que ela tem em mente e monto a composição. Esse leva muito mais tempo, passa por aprovação do cliente, redesenho e tudo mais (design!) e por isso saem mais caros. Também posso reproduzir uma imagem que a pessoa tenha pronta, como aquele da Audrey Hepburn ou aquele da capa do cd Yield, do Pearl Jam. Sempre faço esboços antes e as vezes mostro pra pessoa e redesenho, então o tempo, assim como o preço, varia de acordo com o detalhamento e a dificuldade de cada projeto.Em geral peço um prazo de duas semanas depois de finalizado o desenho. Se acabar antes, melhor, se precisar, peço mais tempo, rs. Trabalho só por encomenda, geralmente customizo em pares novos, mas se a pessoa já os tiver em casa, em bom estado, posso fazer nele, abatendo o preço do calçado e cobrando só a customização. O inconveniente é que se ela morar longe não compensa pagar frete dobrado, pra me mandar o tênis e depois pra recebê-lo de volta, ai vale mais fazer num novo.

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Quais os cuidados com um tênis customizado?
Bom, All Star já não é um tênis pra trilha e lama, né? E os tênis customizados precisam de um pouquinho mais de cuidado com o lugar onde vão, pois são tênis de passeio. Mas agüentam o tranco do uso diário como qualquer outro Converse. É importante ressaltar que as ilustras não saem lavando… É meio óbvio, se não o negócio jamais iria pra frente, mas as pessoas sempre têm essa dúvida…
Dá até pra deixar de molho com alvejante sem cloro (pra roupas coloridas) e sabão em pó, e eles continuam inteiros. Só não recomendo esquecê-los lá de molho nem esfregar demais, porque assim vai desgastar mais rápido mesmo.

Como seria a sua obra-prima customizada? Aquele desenho que você mais gostaria de ver/fazer em um Converse?
Vejo todo o processo como uma coisa contínua, já que não parei de fazer meu trabalho e nem penso em parar. Hoje posso estar orgulhosa por algum, mas amanhã posso ter outra obra-prima, já que busco me superar a cada dia. Hoje, talvez possa dizer que seria a customização com a capa do cd do Pearl Jam, por considerá-lo um desafio vencido, que pode até colocar meu trabalho num outro nível, mas não sei, acabei de terminá-lo e, sendo o último que fiz, pode perder o posto pra um que eu faça amanhã. Mas na verdade também não o consideraria minha obra-prima pelo fato da imagem não ter sido criação minha. Então, teria de ser algo que eu criar e me superar. Já tive obras-primas superadas e isso me faz me esforçar mais a cada dia.


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Gostaram do trabalho da Mariana? Então confiram ele por completo no Flickr e no portfolio dela, que tem muito mais por lá!

E se você é fã de Converse e tem uma história legal usando nosso pisante favorito, conte para nós. Quem sabe não seja nosso próximo Converse People? :)

Conversation “Custom”  Team

 

dez 29

Natal “Estrelado”

O Natal este ano foi cheio de “estrelas” (sacaram o trocadilho…) e cheio de histórias de quem ganhou Converse de presente, gente que presenteou, que trocou, e até quem resolveu “doar” o seus tênis favoritos. Confiram aqui algumas histórias dos amigos do Conversation que nos escreveram via blog, Orkut e Twitter.

Maridão “Noel”

A Katia ganhou 3 All Stars do marido: um uva, outro xadrez e o “da ovelhinha”. Ela conta que havia entrado no site da Converse para pequisar os modelos e escolheu estes 3. O marido viu a cena e disse “pensa melhor, não compra não, você comprou uns livros, já gastou, etc” e ela seguiu o “conselho” do marido. Na manhã seguinte ela percebeu um papelzinho diferente na árvore de Natal, foi invstigar e descobriu que se tratava do All Star xadrez que ela havia escolhido! Feliz, mas sem tirar da cabeça os outros modelos, ela passou por uma loja e entrou para experimentar o modelo “da ovelhinha” e acabou comprando. Quando chegou em casa foi feliz mostrar para o marido que olhou estranho e acabou relando que havia comprado de presente os três modelos que ela havia escolhido! Ela voltou até a loja no outro dia e devolver o tênis “duplo” para espanto das vendedoras que não entenderam como ela podia ter mudado de idéia tão rápido…

Mudança de atitude que começa pelo pé

Vejam só que bacana o relato da Cler Oliveira, nossa amiga do blog Hit na Rede: “tênis é algo que se compra o ano todo, mas o que eu compro no final tem que ser bacana. Sempre compro algo mais compenetrado, geralmente, cores neutras, sem muito frufru. Mas desta vez eu decidi inovar e trazer pra casa o que chamei de “modelo xadrez”. Em 2009 sei que muitas coisas vão mudar. Algumas por minha vontade outras por fatores externos. Então decidi começar a mudança pelo estilo. Experimentar coisas novas. Sair do habitual. Surpreender. O mais bacana é que já vi na loja outro modelo… esse sim, é bem radical. Mas vamos com calma…” Confira na galeria de fotos o All Star que a Cler “se deu de presente”.

Um grande coração

Uma história que comoveu a todos aqui no Conversation foi a da nossa querida Shantall (conhecida como “a menina que fala pelos cotovelos”) artista, poeta, ilustradora e dona de um dos podcats mais acessados no idioma de Camões.
A Shantall postou no Twitter que não ganhou um All Star de Natal, mas acabou doando o seu! Perto da casa dela existe uma comunidade carente chamada ” Baiano da Bomba” (!!!) que ele visitou com uma amiga que doa brinquedos para as crianças carentes todo o Natal. Ela disse que chovia muito e ela só pensava em evitar as poças de lama para não sujar seu All Star novo, quendo um garotinho descalço veio até ela pedindo um pacote de arroz para dar ao pai do vizinho dele, que não ganhara a cesta básica. Resultado: com o grande coração que tem, a Shan é que voltou para casa descalça, deixando o tênis para o menino.

Troca-trocas, presentes e Converse no pé

O amigo Jorge Wagner conta que ganhou um All Star Core Ox da namorada Luana. Ela lembrou que meses atrás ele havia comentado que uma calça que comprava ficaria bem com um Converse branco. Enquanto ele quebrava a cabeça para decidir o que dar de presente para a Lu, ela não teve dúvidas, comprou um All Star branco tamanho 40, que seria a numeração do Jorge. Acontece que alguns modelos de All Star têm um calçe menor! O Jorge não teve dúvida, correu para a loja e trocou por um número 39.

Nossas amigas do Orkut também listaram seus presentes nos scraps do perfil do Conversation. A “Aℓєssaא∂яa.★” ganhou dois All Star da “mamis” dela, um presente em dose dupla! A Suzane conta que ganhou um Converse preto que achou “maravilhoso”. Com a “♥ஜ♥bazinhaઇ‍♥” aconteceu um troca-troca, ela deu para a prima um All Star preto e ganhou um vermelho de presente da mãe dela! A Kévelyn ganhou um Converse vermelho, a Larissa Ferreiro ganhou um xadrez colorido e a Larissa Costa ganhou um roxo que também está na seção de fotos!

Converse nos “pézinhos”.

O Gustavo Ziller, que é fã de Converse e escreve o blog Trinca da Pesada (sobre a vida com seus três filhos, Jojo, Iaia e Matheus), deu para a mais velha que ele chama de “Jojolitas” um All Star branco cheio de “caveirinhas” que diz ser a cara dela! A Débora também deu para a filhinha um All Star tamanho 20, e a Cris Tristão deu um Converse vermelho tamanho 21 para o sobrinho de 1 ano.

Confira abaixo algumas fotos que os amigos nos mandaram, e se vocês tiverem fotos e histórias de Natal, compartilhem com a gente!

 

nov 25

Converse no Creamfields Brasil

Na semana passada rolou em Belo Horizonte o Creamfields Brasil, um dos festivais de música eletrônica mais badalados da atualidade. O evento, que também rolou em outros países como Espanha, Polônia, República Tcheca, México, Malta, Argentina, Chile, Romênia e Peru, foi criado em 98, em Liverpool, Inglaterra, com a idéia de oferecer um festival de música ambientado em um grande espaço, sendo o primeiro grande evento a apresentar em seu palco principal shows e performances ao vivo ao lado de DJs consagrados pelo público. Desde então vem crescendo e ganhando destaque entre os principais festivais de música.

A Converse, que não poderia ficar de fora desse agito, instalou um lounge onde a galera passava para conferir as novidades, conversar com o pessoal, e fazer festa. Olhem só quanta gente bonita passou lá:

UPDATE: criamos uma conta no Flickr, para poder publicar mais fotos do evento, sem sobrecarregar o blog. Cliquem aqui e vejam todas as fotos tiradas no lounge da Converse.
Fotos por Ludmila Tavares

Conversation Team

 
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