mar 12
Black Dynamite: soul and action

Lembra que o Quentin Tarantino e o Robert Rodriguez fizeram o Grindhouse (Planeta Terror e Deaft Proof) anos atrás? Lembra também que estes eram filmes que traziam uma estética de “corrosão retrô”, uma mistura de edição de vídeo que mistura filmagem em 16mm com digitalização nas imagens? Pois, no segundo semestre do ano passado, Black Dynamite estreou nos cinemas norte-americanos justamente com esta estética aplicada.
O filme lembra bastante os roteiros policiais da década de 70 e tem como recurso visual esta mesma “corrosão retrô” na imagem. Em 1997, Quentin Tarantino já homenageou o gênero blaxploitation com a película Jackie Brown.

A película é ambientada em 1972, quando Black Dynamite (um agente aposentado da CIA e ex-combatente do Vietnã), junto com seus melhores amigos de bairro, volta a ativa e corre atrás de justiça contra a máfia instalada na comunidade. Rapidamente, ele descobre uma enorme rede de intrigas que o leva direto aos responsáveis pela morte de seu irmão.
Misture um pouco de artes marciais de Jean-Claude Van Damme (tipo O Grande Dragão Branco, lembra?) com filmes policiais da década de 70 (melhor estilo Durty Harry de ser). Na película o cara está mais durão que Charles Bronson, tão estiloso quanto Austin Powers e parece ser mais imortal que Chuck Norris. Esta foi a receita para o agente da CIA mais bacana de todos os tempos. A história é mais do que classe A, falaí!
E para completar, o filme ainda conta com uma ótima trilha sonora. A Converse 45 Series apresenta o video premiere onde traz o melhor da música soul inspirada nos anos 70 através da banda Adrian Younge and the Black Dynamite Sound Orchestra. Escute o som “Shot me in the Heart” e não deixe de mexer os esqueletos e sentir a alma pulsando.
Conversation “black power” Team
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