fev 09

ATENÇÃO: Cantar “My Way” nas Filipinas pode matar

Lendo algumas notícias do mundo musical, deparamos com este artigo do New York Times que nos deixou com aquela expressão “como assim?”. Nas Filipinas, o clássico My Way, de Frank Sinatra, pode levar à morte do cantor. Se você não conhece/lembra da canção, assista aí:

Na notícia, o barbeiro Rodolfo Gregorio, de 63 anos, explica que já testemunhou inúmeras brigas e esfaqueamentos por causa da música. “Eu costumava gostar de ‘My Way’, mas com todos esses problemas, eu parei de cantá-la. Você pode ser morto”. As autoridades não sabem exatamente quantas pessoas já morreram por cantar o clássico de Sinatra, mas na última década a canção já fez 6 vítimas fatais.

Butch Albarracin, dono de uma escola de técnica vocal, condena a letra: “‘Eu fiz do meu jeito’. É muito arrogante. A letra invoca sentimentos de orgulho e arrogância no cantor, como se você fosse alguém quando na verdade não é ninguém. Ela encobre seus defeitos. É por isso que leva às brigas.”

Já defensores de “My Way” dizem que a canção é vítima de sua própria popularidade. Sociólogos afirmam que a violência latente seja o problema, e a música mal cantada apenas o estopim. Além disso, segundo o artigo, filipinos têm orgulho de sua capacidade vocal e, por consequência, baixa tolerância a maus cantores. Os que defendem a música dizem que os crimes ‘my way’ geralmente acontecem por alguém quebrar as regras de etiqueta do karaokê: não passar o microfone adiante, rir de quem está cantando ou escolher uma música que já foi cantada antes, etc… Embora os relatos afirmam que os crimes acontecem após o cantor desafinar.

Terminando de ler a notícia, lembramos destes quadrinhos, que tem como argumento: se uma música do Sinatra é capaz de matar uma pessoa, do que um robô Sinatra invencível é capaz?

Talvez a solução para o karaokê seja a mesma que nestes quadrinhos. Se funcionou uma vez, vai funcionar de novo. :-)

Conversation “não cantamos Sinatra em karaokês” Team

fonte: NY Times

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fev 08

Intervalos do Super Bowl: os shows que desejamos ver no Brasil

O Super Bowl, um dos maiores acontecimentos esportivos mundiais, não é apenas para fãs de esporte. Vocês não precisam entender de futebol americano para curtir este evento, pois ele sempre conta com o Halftime Show, onde sempre trazem um grande nome da música para o intervalo de meio-tempo. E raramente os artistas convidados deixam a desejar. Em apenas doze minutos, fazem uma performance pela qual esperamos em turnês no Brasil. Imaginem-se no estádio, curtindo o jogo do seu time, e durante o intervalo aproveitar um pocket show de Paul McCartney

…ou dos Rolling Stones

ou ainda um show como o do Super Bowl deste ano, que trouxe nada menos que The Who:

Viram que não precisa entender de futebol americano para curtir o Super Bowl?

Se o Brasileirão tivesse uma final com um show no intervalo, que tipo de artistas vocês acham que seriam convidados?

Conversation Team

PS.: A propósito, quem ganhou o Super Bowl ontem? =P

 

jan 25

Conchetinas – artes poéticas em estilo livre

A Converse percorreu o mundo atrás de jovens capazes de levar sua criatividade a um nível diferente do comum, transformando a centelha das idéias e inspiração – The Spark – em obras capazes de surpreender e emocionar as pessoas que as vê.

Apresentamos a vocês, direto de Buenos Aires, na Argentina, o coletivo artístico Conchetinas. São cinco garotas que, juntas, criam artes performáticas que combinam música, teatro, poesia e artes plásticas, dando origem a peças espontâneas de criatividade em livre forma, revezando papéis e técnicas em diferentes expressões artísticas combinadas. Assista ao vídeo e conheça um pouco do trabalho destas garotas:

Veja também as obras das Conchetinas no Flickr do grupo.

Conchetinas criam artes poéticas. E vocês, o que fazem?

Conversation Team


Veja também: Mentalgassi – arte urbana para abrir os olhos

 

jan 19

Conexão Converse S02E08 – Novas Bandas

Está no ar mais um episódio do Conexão Converse. Desta vez o assunto da edição é as novas bandas e a produção independente nacional, na ótica de Daniel Paiva (Orquestra VoadoraRJ), Piero Damiani (NumismataSP) e Alexandre Kupinski (Apanhador SóRS).

Assista ao episódio e conheça um pouco mais sobre estes três projetos de diferentes regiões do país, mesclando rock, samba, jazz, folk, além de saber um pouco sobre a situação do cenário independente e a influência das novas mídias.

Conversation Team

 

nov 17

HANDS ON Converse > crie o tênis do seu jeito no Goiânia Noise Festival

O Art Collabs deu a chance para os fãs de Converse desenharem seus modelos inspirados em pop art para a nova coleção da marca. Agora, que tal botar literalmente a mão na massa e fazer um Converse do seu jeito, só para você?

bannerhandson

O Goiânia Noise Festival 2009 conta nesta edição com o Hands On Converse, um espaço onde convidados estarão customizando seus tênis na hora. Se você quer ser um deste convidados, entre no site do Hands On e monte uma frase usando os nomes de músicas das bandas que participarão do festival Goiânia Noise deste ano, entre 25 e 29 de novembro.

Os autores das 30 melhores frases serão convidados para participarem desta grande customização ao vivo, além de ganharem brindes e acessórios exclusivos. Então acesse www.converseallstar.com.br/handsonconverse e participe.

Conversation “hands on!” Team

 
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