jul 29

1 ARTIST: ROSTAM BATMANGLIJ

Já ouviram a nova música da Converse? Se não, clique aqui para fazer o download da track. Continuando então o nosso último post, apresentamos agora o trabalho de outro artita envolvido na música, Rostam Batmanglij.

Rostam Batmanglij é o multi-instrumentista (teclado, guitarra e 2ª voz) e produtor de uma das bandas mais populares do momento, Vampire Weekend. Sua contribuição é fundamental para o som eclético do grupo, que lançou o seu segundo álbum este ano, intitulado Contra.

Rostam adotou o nome de Boys Like Us para suas atividades não-Vampire Weekend. O empreendimento no âmbito do Boys Like Us é fazer remixes. Confira abaixo um video com o artista, onde ele fala um pouco sobre processo de composição e como se interessou por música.

Conversation Team

 

jul 23

3 ARTISTAS, 1 MÚSICA

Como você já viu e ouviu por aí, a Converse lançou mais uma edição do projeto que junta 3 artistas em uma música. Desta vez, os músicos escolhidos foram o rapper americano Kidi Cudi, o multi-instrumentista do Vampire Weekend, Rostam Batmanglij e a mais nova queridinha no mundo indie, Bethany Cosentino, vocalista da banda Best Coast. A música chama-se All Summer e o video apresenta os três artistas causando numa tarde de verão, dentro de um pequeno apartamento. Então, para ficar marcado por aqui, segue o video abaixo:

Para fazer o download da música, clique aqui:

Conversation Team

 

jun 10

FOTOS DO ENCERRAMENTO DO TWWR NO RIO

Estão no ar as fotos do último dia do The Way We Run no Rio de Janeiro. O evento ocorreu no Teatro Odisséia, localizado na Lapa, com muita arte e música de qualidade. A noite contou com apresentações d’Os Ritmos Digitais, Rockz, Database e DJ Sugar Rush. A galeria completa das belas fotos do encerramento da maratona TWWR você pode ver em nosso flickr ou no site oficial do evento.

Fotos: André Câmara

Conversation Team

 

fev 09

ATENÇÃO: Cantar “My Way” nas Filipinas pode matar

Lendo algumas notícias do mundo musical, deparamos com este artigo do New York Times que nos deixou com aquela expressão “como assim?”. Nas Filipinas, o clássico My Way, de Frank Sinatra, pode levar à morte do cantor. Se você não conhece/lembra da canção, assista aí:

Na notícia, o barbeiro Rodolfo Gregorio, de 63 anos, explica que já testemunhou inúmeras brigas e esfaqueamentos por causa da música. “Eu costumava gostar de ‘My Way’, mas com todos esses problemas, eu parei de cantá-la. Você pode ser morto”. As autoridades não sabem exatamente quantas pessoas já morreram por cantar o clássico de Sinatra, mas na última década a canção já fez 6 vítimas fatais.

Butch Albarracin, dono de uma escola de técnica vocal, condena a letra: “‘Eu fiz do meu jeito’. É muito arrogante. A letra invoca sentimentos de orgulho e arrogância no cantor, como se você fosse alguém quando na verdade não é ninguém. Ela encobre seus defeitos. É por isso que leva às brigas.”

Já defensores de “My Way” dizem que a canção é vítima de sua própria popularidade. Sociólogos afirmam que a violência latente seja o problema, e a música mal cantada apenas o estopim. Além disso, segundo o artigo, filipinos têm orgulho de sua capacidade vocal e, por consequência, baixa tolerância a maus cantores. Os que defendem a música dizem que os crimes ‘my way’ geralmente acontecem por alguém quebrar as regras de etiqueta do karaokê: não passar o microfone adiante, rir de quem está cantando ou escolher uma música que já foi cantada antes, etc… Embora os relatos afirmam que os crimes acontecem após o cantor desafinar.

Terminando de ler a notícia, lembramos destes quadrinhos, que tem como argumento: se uma música do Sinatra é capaz de matar uma pessoa, do que um robô Sinatra invencível é capaz?

Talvez a solução para o karaokê seja a mesma que nestes quadrinhos. Se funcionou uma vez, vai funcionar de novo. :-)

Conversation “não cantamos Sinatra em karaokês” Team

fonte: NY Times

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fev 08

Intervalos do Super Bowl: os shows que desejamos ver no Brasil

O Super Bowl, um dos maiores acontecimentos esportivos mundiais, não é apenas para fãs de esporte. Vocês não precisam entender de futebol americano para curtir este evento, pois ele sempre conta com o Halftime Show, onde sempre trazem um grande nome da música para o intervalo de meio-tempo. E raramente os artistas convidados deixam a desejar. Em apenas doze minutos, fazem uma performance pela qual esperamos em turnês no Brasil. Imaginem-se no estádio, curtindo o jogo do seu time, e durante o intervalo aproveitar um pocket show de Paul McCartney

…ou dos Rolling Stones

ou ainda um show como o do Super Bowl deste ano, que trouxe nada menos que The Who:

Viram que não precisa entender de futebol americano para curtir o Super Bowl?

Se o Brasileirão tivesse uma final com um show no intervalo, que tipo de artistas vocês acham que seriam convidados?

Conversation Team

PS.: A propósito, quem ganhou o Super Bowl ontem? =P

 
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